quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Abud Salim
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Só depende de nós!
Dia de muita emoção e vibração. O gol do Zé Roberto deu tranquilidade por um tempo, mas 1 a 0 é um resultado que sempre me deixa apreensivo. Os golos do Goiás iam saindo em cima do São Paulo e nós nos tornamos líderes, mas um gol do Corinthians poria tudo a perder. O jogo passava e eu ficava cada vez mais nervoso.
O time todo jogou bem e com vontade. Lógico que houve alguns erros, mas muito mais acertos. Fierro entrou bem e manteve o nível do meio-campo após a saída do ídolo Pet. A entrada de Dênis Marques no lugar do Bruno Mezenga não mudou em nada o panorama do jogo. O time paulista só reclamava da arbitragem e toda vez sem razão. A expulsão do Chicão foi corretíssima.
- Imagem – Gaspar Nóbrega/VIPCOMM
Bruno também foi muito bem no jogo e pegou alguns lances difíceis. A única vez que foi vencido, Defederico perdeu o equilíbrio e chutou fraco demais, ficando fácil para a zaga cortar. Foi um susto e tanto! Mas era dia de Mengão! Dia de pura Magia!
Eu acreditava que o Goiás poderia arrancar um empate do São Paulo, mas nunca imaginei que eles poderiam sapecar um 4 a 2 no time dos bambis. A cada gol do Góias, nossa torcida vibrava e eu gritava e pedia mais. Foi emoção demais!
A semana será longa e de uma ansiedade sem limites. Somos líderes e só dependemos de nós mesmos para erguer esta taça. Domingo será dia de nossa equipe suar sangue rubro-negro e de vencer o Grêmio de qualquer jeito. Flórida será esperar até lá. Galera do Magia, o título nunca esteve tão próximo e tão real nos últimos 17 anos. É um sonho? É! Mas é um sonho prestes a se realizar!
Magia Neles!!!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
Twitter: titomohaupt
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Já somos vice-líderes!
Domingo de calor, aniversário do Mengão e comemoração do aniversário do meu filho mais velho. Sentei-me em frente à TV enquanto a criançada esbaldava-se na piscina. Minha alegria foi completa, apesar do Ronaldo Angelim improvisado de lateral, o que nos deixou sem jogadas pelo lado esquerdo. Mas o Náutico deixou o Adriano livre e pagou caro por este vacilo. O Imperador arrebentou!
Pet foi o craque de sempre e me pareceu menos incomodado com o problema na coxa direita. Zé Roberto jogou abaixo da média das últimas partidas e perdeu um gol incrível depois de linda jogada do Adriano, mas o cara ainda está no crédito. Além disso, correu, lutou muito e fez um bom primeiro tempo. Léo Moura fez uma boa partida. Willians e Toró também. Álvaro deu show na zaga. A equipe jogou bem.
A exemplo do Galo, eles começaram pressionando e rondando nossa área, mas não conseguiram furar o bloqueio. Bruno estava senhor absoluto e as únicas duas bolas que passaram foram em jogadas irregulares.
O primeiro gol saiu de uma grande jogada do nosso Hulk. O Rambo Pet aproveitou o rebote e com oportunismo e sorte marcou seu oitavo gol na competição. Meu irmão disse que quando a fase é boa, tudo dá certo. Ele tem razão! E a fase do sérvio não está boa, mas ótima!
O segundo gol saiu em uma jogada linda. Léo Moura fez um lançamento primoroso para o Zé, que caprichou e deu um passe açucarado para o Imperador marcar seu décimo nono gol e se isolar na artilharia do Brasileirão.
Que domingo maravilhoso! Para completar, o Botafogo perdeu seu jogo e se complicou porque o Fluminense colou nele. Isso acaba por nos beneficiar, pois terão que jogar o que sabem e o que não sabem com os bambis para afastar o fantasma do rebaixamento. Já somos vice-líderes, mas estou confiante que na próxima semana seremos líderes da competição, mesmo que o tricolor paulista consiga empatar com a cachorrada.
É lógico que temos que fazer o dever de casa e ganhar as nossas partidas, mas o time está focado e quer o título. O Adriano quer a artilharia. O Pet quer ser um dos maiores ídolos da Nação, mais do que já é. A fase é boa e tudo conspira a favor. O Hexa é cada vez mais real!
Magia Neles!!!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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domingo, 8 de novembro de 2009
Galo virou galinha

Posso dizer que foi um jogão, marcado pelo equilíbrio. Os donos da casa tinham maior posse de bola e mais volume, mas o Mengão tinha uma grande marcação e mais objetividade na hora do contragolpe. Foi assim que chegamos ao segundo gol: Zé Roberto, que fez uma grande partida, tocou para Maldonado fazer o primeiro dele com o Manto Sagrado. O chileno, um dos melhores em campo, fez um gol de craque, batendo cruzado sem chance de defesa para o goleiro adversário.
O time atleticano voltou para o segundo tempo como começou o primeiro, pressionando. Logo aos cinco minutos chegou ao seu gol numa jogada embolada, mas rápida. O resto do segundo tempo seguiu o ritmo do primeiro, um combate de pressão contra objetividade. E assim, chegamos ao terceiro gol, num cruzamento do Fierro e numa cabeçada do Imperador, que se igualou, na artilharia do campeonato, ao Diego Tardelli, que, apesar de ser o jogador mais lúcido do galo, não conseguiu marcar.
Foi uma grande e convincente vitória. Uma grande atuação da equipe, com destaque para Pet, Maldonado e Zé Roberto. Chegamos ao terceiro lugar, a dois pontos do líder. Mais do que nunca a briga pelo título é uma realidade. Nem tudo são flores, porém. Vamos para os Aflitos com alguns problemas: as ausências de Maldonado e Fierro, que servirão à seleção do Chile; a dor na coxa direita do nosso craque, o Rambo Pet; e a lateral-esquerda, que virou uma incógnita com a suspensão do Juan pelo terceiro amarelo e a contusão do Éverton há algumas semanas.
Apesar disso tudo, precisamos buscar os três pontos com toda a raça que sempre caracterizou o Mengão. Não sei qual será a solução que o Velho Tromba vai arrumar, mas confio nele e sei que vai conseguir. Vamos que vamos rumo ao hexa!!!
Magia Neles!!!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
The Flamengo Anthem
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Tropeço!

EQUIPE Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
TRICICLO
A Cia. Flor no Peito atua desde 2002. Marcio Libar é considerado um dos palhaços mais importantes do Brasil, fundador da Cia Teatro Autônomo, responsável pelo evento Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços, atuando há mais de 20 anos e ministrando as prestigiadas oficinas da Nobre Arte do Palhaço, por onde já passaram atores famosos de teatro e televisão.
Direção: Marcio Libar
Elenco: Ricardo Gadelha (Palhaço Protocolo), Fabiano Freitas (Palhaço Piter Crash) e Martin Lima (Músico)
Realização: Cia Flor no Peito
ESTREIA: 07 de Novembro de 2009
TEMPORADA: de 07 de Novembro a 06 de Dezembro de 2009 – Sábados e Domingos 17h.
LOCAL: Teatro Glaucio Gill – Copacabana
Praça Cardeal Arco Verde s/n°, Copacabana.
(Ao lado da Estação de Metrô Cardeal Arco Verde)
Telefone: (21) 2547-7004
Bilheteria a partir das 15 horas
Valor do ingresso: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia)
Duração: 50 minutos
Capacidade de Público: 200 lugares
Classificação etária: Livre
Bruno Pacheco: (21) 7886-4354 / 8716-7463
Monique Santos: 7864-6825 / 9407-1991
domingo, 25 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Teatro Independente volta à cena com texto inédito de Jô Bilac após o sucesso da peça “Cachorro!”
Noite de Gala no Lançamento da Revista Flamengo – Por Fabrício Mohaupt e Fernando Holanda

Magia Neles!!!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Guilherme Leme dirige texto inédito no Brasil do inglês Joe Penhall no CCBB
segunda-feira, 19 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009
Véspera!
Fui à internet buscar mais notícias e vi uma declaração do Willians que me deixou animado: "É uma final para a gente. Se vencermos, poderemos entrar no G4, mas se perdermos continuamos fora e ainda vemos o Palmeiras se afastar. Se quisermos algo no campeonato, precisamos vencer". Esse é o espírito!
Vai ser uma batalha com resultado imprevisível. Eles são líderes, têm uma boa equipe e querem apagar a má impressão que deixaram na partida contra o Náutico. Aliás, Pet falou certo sobre isso: “foi atípico”. E foi mesmo. Resultado incomum que não deve ser levado em conta. Pet continua com propriedade: "Não vi muitos jogos do Palmeiras, mas acho uma equipe extremamente técnica e competitiva. Tem muita qualidade, mas nós também somos competitivos".
Ficou claro que nossa equipe tem plena noção do desafio que enfrentará e que a vontade de vencer estará presente. Não devemos ficar intimidados com a posição deles na tabela e com o fato de estarem jogando em casa. Somos o Flamengo e isso supera qualquer adversidade. Somos raça, amor e paixão. Nosso Manto é o mais forte e respeitado bastião deste país em que fica a nossa imensa Nação. Vamos para cima deles e vamos trazer esta vitória com o coração na ponta da chuteira.
MAGIA NELES!!!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Evolução!
Nunca fui entusiasta do Zé Roberto, muito pelo contrário, tenho criticado-o negativamente ao longo do ano. Desejei que fosse negociado ou que fosse encostado. Parece, porém, que o cara reencontrou o seu futebol e vem crescendo a cada partida. Ainda é cedo para chamá-lo de craque ou o consagrar, mas creio que está no caminho certo.
Parece-me que esta evolução deve-se a três nomes: Andrade, Adriano e Zé Roberto. O último vem esforçando-se, dedicando-se e procurando encontrar o seu lugar na equipe; está nitidamente mais magro e alcançando sua melhor forma física. O segundo deixa fácil jogar, pois devolve a alegria a qualquer um, além de saber como aproveitar o futebol de quem está à sua volta. O primeiro, como ninguém, acreditou que o Zé tinha condições e qualidade e nunca desistiu de apoiá-lo, mesmo com muita gente metendo o malho e eu me incluo neste grupo.
A verdade é que eu torço para que o Zé Roberto queime minha língua e que se torne, finalmente, um grande nome para a nossa Nação. Ele foi fundamental na vitória sobre o rerebaixado tricolor e no empate com o genérico baiano. O gol do Dênis Marques (argh!) foi quase todo do Zé. O terceiro gol do Mengão foi de puro oportunismo e de boa colocação. Assim, desejo que o seu crescimento leve-o às alturas, pois todos ganharemos com isso.
Magia Neles!
P.S.: aquele juizinho do jogo contra o Vitória, Nielson Nogueira Dias, é ruim demais ou é mal-intencionado mesmo? Fomos sumariamente prejudicados pelo cara, marcando faltas inexistentes a favor dos donos da casa, mostrando cartões amarelos aos nossos jogadores, deixando passar camas-de-gato e cotoveladas dos deles, além de compactuar com as brincadeiras dos gandulas. Cadê a comissão de arbitragem?
Se quiser ver maior Clique aqui
Equipe Magia Rubro Negra
terça-feira, 6 de outubro de 2009
O FLU CAIU…. DE NOVO!!!!
Dois a zero foi pouco. Não pelo primeiro tempo, que chegou a me deixar apreensivo porque o Flamengo dominava, mas dava espaços para o pó-de-arroz levar perigo. Porém, voltamos para o segundo tempo com o Willians no lugar do Dênis Marques e mudamos a história do jogo. O Dênis parecia perdido em campo, inoperante, e eu cheguei à conclusão que ele não consegue achar um lugar quando o Adriano está no time.
O Flu não viu a cor da bola no segundo tempo e, por isso, digo que dois a zero foi pouco. Estão chorando um pênalti não marcado, mas esquecem que também tivemos um que não foi assinalado. A verdade é que eles pareciam um bando em campo, sem conseguir organizar uma única jogada que não fosse na base do chutão. O Cristo da vez é o Fabinho, pois até o Cuca jogou-o no fogo, dizendo que o jogador não escutou a ele e aos companheiros. “Ah, coitado!”
Adriano vem provando que o investimento nele valeu a pena: é o artilheiro isolado da competição e é dono de quase quarenta por cento dos golos do Mengão no certame. Fazia tempo que não brigávamos pela artilharia do brasileirão. É para sentir orgulho ou não é?
Mas não é só isso que o Adriano vem fazendo pelo Flamengo. Sua grande fase vem recuperando jogadores que estavam em baixa, como Zé Roberto e Leonardo Moura, que estão gradativamente reencontrando o futebol deles. O primeiro foi peça fundamental do jogo de ontem ao lado do grande Pet.
O velho Tromba vem conseguindo dar consistência à equipe e alegrias à nossa Nação. Por falar nela, que show a torcida deu ontem. Na arquibancada, foi goleada histórica. Não tem para ninguém! Showzaço sem igual.
Parece que o caixão está fechado para o clube das Laranjeiras. O melhor é começar o planejamento para sair do buraco (e que buraco!). Venhamos e convenhamos: eles terão a chance de provar que poderiam sair da segunda divisão sem artifícios, como o convite para participar da tal Copa João Havelange. Estão voltando para o lugar certo, pois precisam sair de lá por mérito próprio, como saíram da terceira divisão.
É um histórico invejável. Foram rebaixados em 96, viraram a mesa e disputaram o campeonato de 97 na primeira divisão, apenas para serem rebaixados de novo. Tomaram vergonha e disputaram a segunda divisão em 98… e foram rebaixados para a terceira! Disputaram a terceirona em 99 e foram campeões com muito orgulho (?!?), afinal foram campeões brasileiros. Em 2000, entretanto, não disputaram a segundona, pois foram convidados a participar da Copa JH, organizada pelo Clube dos 13. Em 2001, quando a CBF reassumiu, fez vista grossa e deixou o Fluminense na elite do futebol nacional.
Vale lembrar que o prefixo re- de rebaixar tem a acepção de “retrocesso, retorno, recuo”, mas também existe o prefixo re- para dar a acepção de “repetição, iteração”. Assim, a palavra que define bem o pó-de-arroz é rerebaixado. Que posso fazer? Só lamento!
Só sei que já somos o sexto colocado, que estamos a seis jogos sem levar um gol e que marcamos onze golos nestes mesmos jogos. Estamos chegando e ganhando moral. O objetivo é chegar ao G4, mas, se continuarmos neste ritmo, podemos sonhar até com mais. Creio que a Magia voltou!
Magia Neles!!!
Equipe Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
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domingo, 4 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
4º Dia - Festival do Rio 2009
Uma barragem contra o Pacífico
Primeiro filme da minha quarta noite do Festival. Comecei mornamente a minha noite. O filme tem um ritmo lento e uma história com uma visão totalmente pessimista do mundo. Apesar da coragem da mulher em montar seu negócio no Camboja e de lutar por ele com unhas e dentes, todos os personagens, inclusive ela, são de moral duvidosa, oportunistas e interesseiros. Vejam a sinopse:
Em 1931, uma viúva francesa vive com seus dois filhos na Indochina sob administração colonial. Todo o dinheiro da família foi investido na compra de terras que se revelaram inférteis, e que são anualmente inundadas pelo mar. Lutando contra os burocratas corruptos que a passaram pra trás, ela empreende o impossível projeto de construir uma barragem entre sua propriedade e o oceano, no qual conta com a ajuda dos camponeses. Enquanto isso, sua filha Suzanne desperta o interesse do chinês M. Jo, filho de um poderoso homem de negócios. Baseado no romance homônimo de Marguerite Duras.
Esta visão negativa de todos acaba por gerar um distanciamento. Não há simpatia por personagem algum, uma vez que todos são canalhas. A mãe é apaixonada pelo filho e quer usar a filha como moeda. O filho é o canalha machão que não respeita ninguém. A filha usa seus “dotes” para seduzir o chinês rico e ganhar “presentes” (em um primeiro momento, ela parece ser inocente, mas é, nas palavras da mãe e do irmão, “uma vadiazinha”). O chinês quer as terras de todo mundo e não hesita em usar de subterfúgios; também quer a filha da “mulher branca” e tenta comprá-la. Os administradores e o banco querem tirar proveito dos outros e por aí vai.
O filme tem quadros e cenas bonitos. O trabalho do elenco, de maneira geral, é bom. Mas fica uma sensação de que falta algo. Eu creio que seja identificação. Não consegui interagir com o filme e acabei ficando com sono. C’est La vie!
Nota 5
Politist, Adjectiv
“O policial Cristi tem como missão investigar Victor, jovem suspeito de tráfico. Ao constatar que se trata apenas de um usuário de haxixe que ofereceu a droga a dois colegas, recusa-se a prendê-lo. Embora “oferecer” seja considerado crime na Romênia, Cristi não quer arruinar a vida de alguém tão novo, que ele considera apenas irresponsável. Além disso, sabe que as leis no país devem mudar logo, devido à adoção de leis comuns da União Européia. Mas para seu chefe, a lei vigente precisa ser aplicada a todo custo.”
A sinopse resume bem. Temos 95 minutos até o filme propriamente dito: o confronto entre o policial e o chefe de polícia, entre o ataque e a defesa à Lei, discussão muito em voga entre os advogados. A Lei deve ser seguida como está redigida ou deve ser interpretada e considerada caso a caso? Esta sequência vale o filme inteiro, mas é necessária muita paciência para se chegar a ela. Até lá, só as duas sequências em que há os diálogos entre marido e mulher valem a pena. O resto é sobra, é teste para o seu saco.
A opinião do diretor fica clara com a cena final, que é bem legal. Só fiquei com uma sensação de muito para pouco. Muito filme para pouco a contar.
Nota 7
Último filme da minha quarta noite. Uma história muito interessante, mas que a meu ver optou por uma forma equivocada de ser contada. Primeiro temos o ponto de vista do suposto assassino e, depois, o ponto de vista da mãe da vítima. Entre a mudança, um fato que só teremos confirmação de quem fez, no final. A sinopse:
“Em seu último dia na cadeia, Jan Thomas é espancado por seus companheiros de prisão. Ele sabe, no entanto, que a “despedida” poderia ser pior, já que cumpriu pena por ter matado uma criança. Jan negou o crime até o fim e agora espera poder deixar o passado para trás ao conseguir emprego como organista em uma igreja de Oslo. Lá acaba se envolvendo com a pastora Anna, e cria laços afetivos com Jens, o filho dela. Um dia a igreja recebe a visita da professora Agnes e seus alunos. Observando o talentoso organista, Agnes reconhece em Jan o suposto assassino de seu filho.”
O problema é que não há surpresa guardada para o final, o que me leva a crer que era melhor ter mostrado o que acontecia com um e com outro em paralelo. Não chega a ser um grande problema e a boa história supera o como foi contada. Este, apesar da madrugada seguir, conseguiu tirar o meu sono e me deixar interessado.
Ao contrário do primeiro filme da noite, os dois personagens geram simpatia e antipatia ao menos tempo. Há uma dualidade quase palpável neles. Gera debates interessantes sobre as atitudes deles e sobre como cada um optou por caminhos diferentes. Eu gostei.
Nota 8.