O psicoterapeuta disse que sou hiperativo. A criação deste blog surgiu pouco depois de ser assim diagnosticado. Segundo o site especialista Hiperatividade (que já existia antes do meu blog, mas eu não sabia!), os portadores deste distúrbio são freqüentemente rotulados de "problemáticos", "desmotivados", "avoados", "malcriados", "indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo, "pouco inteligentes". Mas garante que "criativo, trabalhador, energético, caloroso, inventivo, leal, sensível, confiante, divertido, observador, prático" são adjetivos que descrevem muito melhor essas pessoas. Eu, particularmente, creio que sou uma mistura disso tudo aí. Cheio de muitas idéias, muitos sonhos e muitos projetos. Muita vontade e muito trabalho. Muitas vertentes e muitas atividades. Sou editor-adjunto do Crônicas Cariocas. Não deixem de visitar minhas colunas: Cinematógrafo; Crônicas; Poesias; e HQs. Ah! Visitem o Magia Rubro Negra , site de apaixonados pelo Mengão, para o qual tive o prazer de ser convidado a fazer parte da especial equipe!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Pfizer

Mais um vídeo para a séria série "Comerciais Bacanas". Muito séria e bem bonita desta vez.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sexta Especial

Sexta-feira. Dia internacional do chope. Um calor danado, o que deu à cerveja um sabor especialíssimo.
Às vinte horas, chegou o mestre Júnior, com a bonita camisa retrô que fez questão de presentear ao vencedor do desafio. Estava em um bar em Copacabana, junto ao Rafael, o duplamente sortudo torcedor que ganhou a camisa comemorativa do título nacional de 92, do qual o “capacete” foi o maior e mais expressivo representante.
Explico o porquê do duplamente sortudo: na verdade, quem ganhou o prêmio foi Vera Braga, que vem a ser a sogra do Rafael. Ela, uma sogra que mais parece mãe, presenteou o genro com este inestimável prêmio. Nas palavras do craque Júnior: “Que sogra, hein!?!”. E assim, foi uma sexta-feira inesquecível: cerveja, prêmio especial e a oportunidade de estar com um grande craque e um grande ídolo da nossa imensa nação. O cara é de uma simplicidade incrível e, como sempre, foi muito atencioso com o Magia Rubro Negra.
É claro que eu não podia deixar de tirar uma foto com este que, junto do Galinho, é um dos maiores responsáveis pela minha paixão pelo Mengão!
Agradeço ao mestre em nome do site, da torcida e do sortudo Rafael.
Obrigado, Júnior!
Magia Neles!
SRN!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Vontade!

Desta vez, foram dois Flamengos em campo. O do primeiro tempo, que jogou como nas três primeiras partidas deste certame, ou seja, patavinas; e o do segundo tempo, que não foi brilhante, mas foi vibrante. Um time que se movimentou melhor, que correu e que batalhou, disputando cada bola. É tudo o que queremos: Vontade! Raça!
Ficou claro que o Everton não pode ficar fora do time, que o Léo Moura está jogando menos do que sabe, que o Zé Roberto tem estrela e tem futuro, que o Bruno deveria ser o batedor oficial de faltas (aliás, por que o Fábio Luciano não o deixou cobrar a segunda falta, aquela que foi praticamente no mesmo lugar da primeira?), que o Ibson está evoluindo a cada jogo, que o Jonatas está reencontrando seu futebol, que a estrela do Obina não está brilhando e que a equipe tem condições de ser o time que pensa que é, basta suar sangue rubro-negro.
Repito: nossa tradição, nosso manto sagrado e nossa folha salarial dão a obrigação ao nosso Mengão de não tomar conhecimento destes times menores. Não aceito as desculpas de que eles estão treinando há mais tempo, que comem grama porque querem aparecer e que jogam fechados e dificultam o jogo. Meu irmão costuma usar a seguinte frase: “Aperta que ele peida!”. Ora, é isso que o Flamengo tem que fazer: apertar até que eles peidem, até que eles abram os espaços. É obrigação nossa! Somos favoritos? Então joguemos como favoritos e não nos apequenemos para estes times.
Ainda acho que o Cuca poderia ousar, tirando o Ayrton e colocando o Zé Roberto, o Éverton e o Marcelinho Paraíba para jogarem juntos. Eu montaria o time com: Bruno; Léo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim, Juan; Willians, Ibson, Éverton, Zé Roberto, Marcelinho Paraíba (os três últimos alternando-se entre apoio e ataque); e Obina. Na verdade, não. Não colocaria o Obina, mas, que fazer? Ele é o xodó da torcida. Segundo um amigo meu, torcedor mais fanático que eu (e olha que não sou pouco), ele é o talismã do Flamengo.
Perguntas que não querem calar: onde está o Vandinho? Por que não fica nem no banco? Não entendo isso. O cara tem vaga em qualquer time do Rio. Bom, opção do Cuca, que merece votos de confiança. Aliás, muito do mérito da vitória de ontem cabe a ele: o time voltou outro do intervalo e suas substituições surtiram um grande efeito.
Tomara que nos próximos jogos o Flamengo seja igual ou superior ao que foi no segundo tempo deste jogo com o Mesquita. Vibrante, pleno de vontade e cheio de raça!!!
Rumo ao Penta-Tri!
Magia neles!
SRN!!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Controle Absoluto

Passei na Blockbuster e peguei o DVD Controle Absoluto, o “filme do mês” de fevereiro da famosa cadeia de locadoras. A produção executiva é de Steven Spielberg e seu novo protegido, Shia LaBeouf, é a estrela. A sinopse é a seguinte:
“Jerry Shaw e Rachel Holloman são dois estranhos cujos caminhos se cruzam depois de um telefonema feito por uma mulher desconhecida. Ameaçando a vida deles e de suas famílias, a misteriosa voz os coloca em uma série de situações crescentemente perigosas usando a tecnologia do dia-a-dia para rastrear e controlar todos os seus movimentos.
Enquanto a situação se agrava, essas pessoas comuns tornam-se os fugitivos mais procurados do país, e precisam trabalhar juntos para descobrir o que realmente está acontecendo. Lutando por suas vidas, Jerry e Rachel viram brinquedos de um inimigo sem rosto que parece conseguir manipular tudo o que eles fazem.”
A história de Controle Absoluto ficou vários anos em desenvolvimento, porque na época em que Spielberg pensou na trama, ele “achou que aquilo soaria como ficção-científica”, como explica o produtor Alex Kurtzman. “Não teria muita credibilidade, porque a tecnologia ainda não estava integrada em nossa sociedade como hoje em dia.” No início de 2006, Spielberg levou o projeto à Kurtzman e ao roteirista Roberto Orci, que assumiu, pela primeira vez, a função de produtor. A direção de Controle Absoluto ficaria a cargo do próprio Spielberg, mas, como ele estava concentrando-se em outros projetos, D.J. Caruso foi chamado para comandar o filme.
Controle Absoluto traz em seu elenco Shia LaBeouf interpretando o protagonista Jerry Shaw, a metade menos bem-sucedida de um par de gêmeos idênticos. Quem contracena com o ator é Michelle Monaghan, na pele de Rachel, uma mãe solteira tão doce quanto durona. Durante a trama, Jerry e Rachel precisam seguir estranhas ordens de uma voz misteriosa. O que eles sabem é que estão sendo perseguidos, de forma obstinada, por um agente do FBI chamado Thomas Morgan, interpretado por Billy Bob Thornton. E, apoiando a busca de Morgan, apesar de isso não ser aparente, está a agente especial da Força Aérea Zoe Perez, vivida por Rosario Dawson, que se envolve na história devido a Ethan, irmão já falecido de Jerry, ter sido ligado à Força Aérea. Ela e Morgan eventualmente sentem que precisam cooperar um com o outro para descobrir a verdade por trás da morte de Ethan Shaw. Fechando o elenco, o Secretário da Defesa Geoff Callister é vivido por Michael Chiklis, o violento Vic Mackey, da ótima série The Shield; Ethan Embry interpreta o agente do FBI Grant; e Anthony Mackie retrata o major Bowman.
O filme é cheio de furos, mas diverte. Na verdade, há muitas incongruências na imensa inteligência da voz misteriosa. Escolhas não muito inteligentes para um objetivo que poderia ser alcançado de forma bem mais simples. Não vou falar muito para que não se perca a graça de assistir ao filme, mas ainda não consegui entender o porquê da escolha da personagem de Michelle Monaghan, poderia ser qualquer outra com bem menos complicação. Fora o fato que a imensa necessidade que se tem do personagem de Shia LaBeouf não se justifica, uma vez que a tal voz vai fazendo tudo o que precisa sem ele, chegando a um ponto que seria inevitável o que ela planejou.
Ainda assim, o filme diverte. Seqüências muito bem montadas e cenas muito bem dirigidas. O elenco é bom e o casal principal tem boa química. Shia LaBeouf pode ser o queridinho de Spielberg, mas não é à toa, é um ator talentoso. Embora os personagens de Thornton e de Dawson sejam muito fracos, os atores fazem um bom trabalho.
Enfim, vale a locação, as duas horas e a pipoca.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Burocracia


O Fla tem um sério problema quando enfrenta times que jogam fechados como o Volta Redonda jogou ontem. Não consegue furar a retranca de jeito algum. Sei que é politicamente correto dizer que devemos respeitar o adversário, mas, falando sério, com a tradição que temos, com o manto sagrado que temos e com a folha salarial que temos, não era para tomarmos conhecimento de times como Friburguense, Bangu e Volta Redonda.
São tantos erros de passe que fica difícil evoluir no campo e armar jogadas. O Obina isolado no ataque e neguinho tentando fazer chuveirinho ou ligação direta da defesa ao ataque. Jogo duro... de se ver.
Egídio e Willians mostraram muita vontade. Léo Moura, porém, ainda não jogou neste campeonato. Parece fora de forma. Quando vai ao ataque, não consegue voltar. Isso, quando vai.
Foi um jogo burocrático, chato. O Flamengo ainda está desorganizado e com alguns jogadores aquém das melhores condições físicas. Valeu pelos três pontos, por ver o Josiel finalmente balançar a rede e pelo gás que tem o Willians. Mas foi muito ruim ver o Bruno machucar-se. Não o teremos no próximo jogo e nem o Juan. Dois grandes desfalques. Menos mal que o Egídio entrou bem ontem e deu certo alívio. Vamos ver como se sai o Diego como titular. Não que eu o ache um goleiro ruim, mas está muito longe do patamar do Bruno.
Rumo ao Penta-Tri!
Magia neles!
SRN!