O psicoterapeuta disse que sou hiperativo. A criação deste blog surgiu pouco depois de ser assim diagnosticado. Segundo o site especialista Hiperatividade (que já existia antes do meu blog, mas eu não sabia!), os portadores deste distúrbio são freqüentemente rotulados de "problemáticos", "desmotivados", "avoados", "malcriados", "indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo, "pouco inteligentes". Mas garante que "criativo, trabalhador, energético, caloroso, inventivo, leal, sensível, confiante, divertido, observador, prático" são adjetivos que descrevem muito melhor essas pessoas. Eu, particularmente, creio que sou uma mistura disso tudo aí. Cheio de muitas idéias, muitos sonhos e muitos projetos. Muita vontade e muito trabalho. Muitas vertentes e muitas atividades. Sou editor-adjunto do Crônicas Cariocas. Não deixem de visitar minhas colunas: Cinematógrafo; Crônicas; Poesias; e HQs. Ah! Visitem o Magia Rubro Negra , site de apaixonados pelo Mengão, para o qual tive o prazer de ser convidado a fazer parte da especial equipe!!!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Telinha!

Neste fim de semana, entre outras coisas, diverti-me com duas séries cujos boxes comprei em promoção. Um foi o da terceira temporada de A Sete Palmos e o outro, House,M.D.. Dois boxes, duas excelentes séries. A primeira foi criada por Alan Ball, o escritor ganhador do Oscar por Beleza Americana, e gira em torno de uma família que tem como negócio uma agência funerária. A série mostra um drama convencional de família, lidando com assuntos como infidelidade, homossexualidade, drogas e religião. Ao mesmo tempo, é uma distinta série que aborda com outro prisma o tópico da morte, explorando seus múltiplos níveis (pessoal, religioso e filosófico), não a tratando apenas como um mero ímpeto conveniente para a solução de um assassinato. Cada episódio inicia-se com uma morte de um "cliente" da funerária. Esta morte geralmente dá o tom de cada episódio, permitindo aos personagens que reflitam sobre suas vidas e infortúnios. Foi eleita a Melhor Série Drama de 2002 pelo Globo de Ouro, e é vencedora de seis prêmios Emmy. A quinta temporada é a última, completando 63 episódios. A segunda, eu comecei a assistir à primeira temporada agora, mas devorei o primeiro disco com quatro episódios. Criada por David Shore, ela gira em torno de seu personagem principal, Dr. Gregory House (daí o nome da série), interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie. House é um infectologista e nefrologista, chefe do Departamento de Medicina Diagnóstica, que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau-humor, ceticismo, sarcasmo e pelo seu distanciamento dos pacientes, já que ele considera completamente desnecessário interagir com qualquer um deles. A ação passa-se num hospital ficcional chamado Princeton-Plainsboro, em Princeton, New Jersey. Os episódios começam fora do hospital com pessoas anônimas com sintomas de uma doença incomum tratada em cada um desses episódios. Estes casos chegam às mãos do médico após terem passado por diagnósticos falhos. Apesar de serem raras, estas doenças são reais. Quando a equipe assume o paciente, iniciam o diagnóstico diferencial. Foi eleita a Melhor Série Drama de 2007 e de 2008 pelo Globo de Ouro, assim como Hugh Lauire foi eleito o melhor intérprete numa série de drama de 2007 e de 2008. É vencedora de diversos outros prêmios. Há três de quatro temporadas produzidas, em DVD, aqui no Brasil. A quinta temporada já foi anunciada e tem estréia prevista para setembro próximo.
É diversão garantida e não é à toa que recomendo. São personagens críveis e bem delineados. Coisa bem feita e inteligente. Divirtam-se!

Um comentário:

Pedro Henrique disse...

Ah, House é a melhor série da televisão atual, juntamente com a aula de história que Roma entrega. A Sete Palmos é show também...

Abraço!!!