
O Ibson que me perdoe. Sei que foi muito importante para a arrancada que tivemos no ano passado, mas, neste ano, ficou muito aquém do jogador que foi na temporada passada. Ele está muito irregular e não consigo entender porque faz tanta cara feia ao ser substituído. Para completar, o Vandinho entrou em seu lugar com uma vontade enorme e com a estrela brilhando. Entrou e, em dois lances, levou o Flamengo a uma vitória que manteve viva a luta pelo hexa. Uma derrota no sábado poderia ter-nos deixado mais distantes do sonho e, com certeza, fora do grupo dos líderes. É hora de pensar no conjunto, no grupo, no time e no clube. Não é hora para vaidades. Muito menos as descabidas.
O nosso time está em formação e é sério candidato a ser o grande time da próxima temporada, se a diretoria conseguir mantê-lo. Peças que desagregam não são boas, nunca. Gosto do futebol do Jônatas, por exemplo, mas quando ele não está desleixado. O grande problema dele é o ego que, muitas vezes, deixa-o displicente. Não gostava do futebol do Jaílton e do Ronaldo Angelim, mas a dedicação deles vem conquistando minha admiração. A evolução deles é visível e isso se dá, em muito, pela falta de vaidade e pela determinação. Enfim, o mais importante é pensar no time, é pensar grande. Ser vaidoso é ser pequeno e não há espaço para pequenos no Flamengo.
Faço votos para que Ibson e Jônatas reencontrem o futebol que sabem jogar e que deixem de lado o individualismo que têm demonstrado. Que saibam reconhecer quando não estão bem e que aceitem, como profissionais que são, as substituições que se fazem necessárias. Caio Jr. tem um grupo bom nas mãos, um dos melhores dos últimos anos. Que ele consiga driblar estes pequenos problemas e que consiga trazer-nos grandes alegrias. É só jogar com raça que a torcida fica sempre a favor. É só ser Flamengo, respeitar o manto sagrado e suar sangue rubro-negro! Flamengo é vontade, é determinação, é raça!
Magia neles!
SRN!