O psicoterapeuta disse que sou hiperativo. A criação deste blog surgiu pouco depois de ser assim diagnosticado. Segundo o site especialista Hiperatividade (que já existia antes do meu blog, mas eu não sabia!), os portadores deste distúrbio são freqüentemente rotulados de "problemáticos", "desmotivados", "avoados", "malcriados", "indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo, "pouco inteligentes". Mas garante que "criativo, trabalhador, energético, caloroso, inventivo, leal, sensível, confiante, divertido, observador, prático" são adjetivos que descrevem muito melhor essas pessoas. Eu, particularmente, creio que sou uma mistura disso tudo aí. Cheio de muitas idéias, muitos sonhos e muitos projetos. Muita vontade e muito trabalho. Muitas vertentes e muitas atividades. Sou editor-adjunto do Crônicas Cariocas. Não deixem de visitar minhas colunas: Cinematógrafo; Crônicas; Poesias; e HQs. Ah! Visitem o Magia Rubro Negra , site de apaixonados pelo Mengão, para o qual tive o prazer de ser convidado a fazer parte da especial equipe!!!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

UMA NOITE EM 67 É O DOCUMENTÁRIO MAIS VISTO DOS ÚLTIMOS CINCO ANOS

“Uma Noite em 67” , dos diretores Renato Terra e Ricardo Calil, ultrapassou a marca dos 75 mil espectadores, segundo o Filme B, e já é o documentário brasileiro mais visto dos últimos 5 anos. Desde 2005, com “Vinicius”, um documentário nacional não atingia esse público.  O filme relembra a final do lendário Festival da Record de 1967, que mudou o rumo da MPB e contou com a participação dos jovens artistas da época Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo. Entre as músicas apresentadas na noite histórica estavam “Roda Viva”, “Ponteio”, “Alegria, Alegria”e “Domingo no Parque”. O documentário estreou dia 30 de julho e continua em cartaz. O circuito completo de salas e horários em que o filme está em cartaz está disponível no site www.umanoiteem67.com.br

Um comentário:

Pedro Henrique disse...

Não é por menos, é um filme interessantíssimo.

Abs, mengão!