O psicoterapeuta disse que sou hiperativo. A criação deste blog surgiu pouco depois de ser assim diagnosticado. Segundo o site especialista Hiperatividade (que já existia antes do meu blog, mas eu não sabia!), os portadores deste distúrbio são freqüentemente rotulados de "problemáticos", "desmotivados", "avoados", "malcriados", "indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo, "pouco inteligentes". Mas garante que "criativo, trabalhador, energético, caloroso, inventivo, leal, sensível, confiante, divertido, observador, prático" são adjetivos que descrevem muito melhor essas pessoas. Eu, particularmente, creio que sou uma mistura disso tudo aí. Cheio de muitas idéias, muitos sonhos e muitos projetos. Muita vontade e muito trabalho. Muitas vertentes e muitas atividades. Sou editor-adjunto do Crônicas Cariocas. Não deixem de visitar minhas colunas: Cinematógrafo; Crônicas; Poesias; e HQs. Ah! Visitem o Magia Rubro Negra , site de apaixonados pelo Mengão, para o qual tive o prazer de ser convidado a fazer parte da especial equipe!!!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Tropeço!


COLUNA_MAGIA_FABRICIO

Sei que muitos estão dizendo que o Pet fez falta e que o Flamengo sem ele é um time fraco. Não concordo. É claro que o sérvio faz falta, ainda mais jogando o que ele vem jogando, mas daí a dizer que somos fracos sem ele vai uma grande distância.

Andrade arriscou uma formação diferente e se deu relativamente bem por quase todo o primeiro tempo, levou o gol no último lance, num erro do bandeirinha e numa grande jogada individual do Thiago Humberto. Creio que errou na volta do intervalo, ao tirar Fierro e lançar Dênis Marques, pois o meio-campo perdeu força e o ataque não ganhou coisa alguma. Depois, errou de novo, ao colocar o Erick Flores e sacar o Maldonado, o que provocou um buraco no setor defensivo. O time ficou totalmente desarrumado e sem poder de reação. Se era para substituir no intervalo, que lançasse o Erick Flores , adiantando o Zé Roberto, e não o poste de cabelo esquisito.

Há de se ressaltar que o Andrade tentou fazer alguma coisa, não foi omisso. O que ele não contava era jogar sem os laterais. Léo Moura e Juan estavam ambos muito mal no jogo, errando inúmeros passes e cruzamentos. O Pet fez falta? Caramba! Que saudade eu sinto do Éverton na lateral esquerda. Sou fã do Juan, mas aquele que conseguiu chegar à seleção jogando o fino, este que há alguns meses apareceu só quer saber de brigar e xingar, futebol que é bom, nada! Disse que o Andrade estava queimando-o e não percebe que ele mesmo vem se queimando há tempos.

Foi uma rodada ruim, mas não temos que ficar desesperados e achar que o sonho acabou. Vamos enfrentar o Santos em casa e vamos emplacar outra série invicta. O campeonato ainda está aberto e, embora tenha ficado mais difícil, ainda temos chances. Eu acredito!

MAGIA NELES!!!
EQUIPE
Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
Twitter: titomohaupt

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Dia do Torcedor Rubro-Negro!!!


TRICICLO

TRICICLO
                      uma pequena fábula sobre amizade, companheirismo e tolerância



O famoso palhaço Marcio Libar estreia seu primeiro espetáculo infantil no teatro Gláucio Gil. Em parceria com a Cia. Flor no Peito, Libar criou o roteiro e dirige o espetáculo TRICICLO, em que os palhaços Protocolo e Piter Crash, acompanhados pelo músico Martin Lima e seu bandoneon, expõem os encontros, desencontros e reencontros de um trio de artistas. Na tentativa de apresentar seu show, o atrapalhado trio esbarra nas dificuldades de entendimento inerentes ao homem.

Um espetáculo calcado na Clownaria Clássica e na Comédia Física, Triciclo - uma pequena fábula sobre amizade companheirismo e tolerância mescla técnicas como teatro de bonecos e música ao vivo, trazendo para o palco toda a experiência de um grupo que nasceu e se criou na rua. Neste novo desafio a Cia Flor no Peito toma como uma de suas referências a estética visual do Cinema Mudo do início do século XX. O resultado é um espetáculo para todas as idades, emocionante, divertido, com refinamento técnico, limpeza e precisão.

O texto, escrito em parceria entre o diretor Marcio Libar e a Cia, discute a necessidade de escuta, a generosidade, o valor da amizade, a força do encontro e o amor a Arte.

A Cia. Flor no Peito atua desde 2002. Marcio Libar é considerado um dos palhaços mais importantes do Brasil, fundador da Cia Teatro Autônomo, responsável pelo evento Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços, atuando há mais de 20 anos e ministrando as prestigiadas oficinas da Nobre Arte do Palhaço, por onde já passaram atores famosos de teatro e televisão.

SERVIÇO TRICICLO:
Roteiro: Marcio Libar e Cia Flor no Peito
Direção: Marcio Libar
Elenco: Ricardo Gadelha (Palhaço Protocolo), Fabiano Freitas (Palhaço Piter Crash) e Martin Lima (Músico)
Realização: Cia Flor no Peito
ESTREIA: 07 de Novembro de 2009
TEMPORADA: de 07 de Novembro a 06 de Dezembro de 2009 – Sábados e Domingos 17h.
LOCAL: Teatro Glaucio Gill – Copacabana
Praça Cardeal Arco Verde s/n°, Copacabana.
(Ao lado da Estação de Metrô Cardeal Arco Verde)
Telefone: (21) 2547-7004
Bilheteria a partir das 15 horas
Valor do ingresso: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia)
Duração: 50 minutos
Capacidade de Público: 200 lugares
Classificação etária: Livre

CONTATO COMUNICAÇÃO:  2577-7822
Fernanda Carvalho: (21) 7864-6825 / 9979-7172
Bruno Pacheco: (21) 7886-4354 / 8716-7463
Monique Santos: 7864-6825 / 9407-1991

domingo, 25 de outubro de 2009

COLUNA_MAGIA_FABRICIO
Costumo usar muito o velho jargão de que “clássico é clássico” e que o resultado é imprevisível.  Mas estava confiante para esta disputa com a equipe do chororô. O jogo começou muito bem disputado, mas a melhor postura do Mengão em campo foi levando a vantagem para o nosso lado. Terminamos o primeiro tempo ganhando de um a zero, com um bonito gol do Imperador, e poderia ter sido mais, visto o gol incrível que o Fierro perdeu. O segundo tempo, porém, foi de dar dó. Recuamos demais e chamamos a cachorrada para o nosso campo. O castigo do empate não veio porque o Bruno defendeu mais um pênalti do Lúcio Flávio, que tal qual o criminoso levado ao cinema por Hector Babenco, sagra-se cada vez mais como o passageiro da agonia.

Jogamos mal o segundo tempo e, pior, perdemos o Pet para o próximo jogo. Entretanto, é sempre bom ganhar deste time de chorões que estava mais preocupado com o apito que com as conclusões das jogadas. Dá pena ver o Reinaldo jogando naquela equipe, seria mais feliz na sua casa de origem, jogando ao lado do Adriano.

O meu xará, o zagueiro Fabrício, jogou muito bem a partida de hoje e mostrou que tem futuro sim. Merece destaque pois ele e Pet foram os melhores do Flamengo no jogo de hoje. O lance do sérvio tirando a bola dentro área, dando um come no jogador do foguinho, avançando e fazendo um lançamanto maravilhoso para a conclusão ruim do Fierro foi alucinante. Dá gosto de ver o cara jogar, como deu gosto ver a propaganda que foi veiculada durante o jogo de hoje com ele convocando os cidadãos da Nação Rubro-Negra.

Não temos nada com o fato deles terem afundado-se na zona de rebaixamento, somos quinto colocados e estamos na briga não só pela vaga na Libertadores, mas também pelo Título. Pena que os outros resultados não nos foram favoráveis e não nos deixaram subir mais. O importante, entretanto, é que estamos colados e brigando. Estamos com uma marca histórica desde que começaram os pontos corridos: não perdemos há dez jogos. Faltam sete rodadas e tudo é possível, inclusive o Hexa!

Magia neles!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
Twitter: titomohaupt

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Teatro Independente volta à cena com texto inédito de Jô Bilac após o sucesso da peça “Cachorro!”

"REBÚ"



Em tom de tragicomédia, o Teatro Independente cria um verdadeiro "rebú" em uma peça de época com ares cinematográficos. O clima alude um set de filmagem e a trama se passa no fim do século XIX. Mas a peça não usa recursos de projeções e afins como se poderia pensar. A linguagem essencial, calcada nos atores, é uma das caraterísticas da Cia cujo primeiro trabalho foi a peça “Cachorro!”, sucesso que permaneceu em cartaz por quase dois anos. “O intuito é resgatar a época sem reconstituí-la, trazendo à tona um ar de revisitação”, explica o diretor Vinícius Arneiro. O dramaturgo Jô Bilac completa: “Localizar o espetáculo em um século remoto e ao mesmo tempo se debruçar na linguagem cinematográfica nos direciona a um intencional contraste, um choque entre linguagens”.
 
A ousadia pode ser vista também no próprio espaço onde a peça vai ser encenada – na sede da Cia. dos Atores,  (Atrás da sala Cecília Meireles , acesso bela escadaria de azulejos do artista plástico Selarón). É um teatrinho simpático de 60 lugares no coração do bairro mais badalado da cidade. “É perfeito, depois de assistir a peça, uma esticada na Lapa é a melhor opção pro fim de semana.”, dica da produtora Lucianna Magalhães. Outra novidade é a apresentação às segundas-feiras, um diferencial do que se tem visto nas produções cariocas. A peça é encenada aos sábados, domingos e segundas sempre às 20 horas. Forma que o Teatro Independente encontrou de ocupar ao mesmo tempo horário nobre e alternativo, uma opção diferenciada que possibilita àqueles que também estão em cartaz nos finais de semana conferirem o trabalho.
 
Para o grupo, a diferença entre o primeiro e o segundo espetáculo é a experiência adquirida após três temporadas no Rio, duas em São Paulo e uma turnê nacional. “Hoje somos quase uma família. Quando estávamos em São Paulo moramos todos juntos num apartamento por seis meses", revela o ator Paulo Verlings. E a família ganhou parceiros. Foram apadrinhados pela Cia. dos Atores que acolheu o projeto e ainda contam com profissionais como o figurinista Marcelo Olinto e o iluminador Paulo César Medeiros na equipe do novo espetáculo.
 
Uma Pequena História de Sucesso
 
O Teatro Independente foi criado em 2006 com o esquete “CACHORRO!”, vencedor do I Mercadão Cultural – RJ nas categorias "Melhor Esquete" e "Melhor Direção". O esquete deu origem ao primeiro espetáculo do grupo, o também intitulado “CACHORRO!”. Estreado em outubro de 2007 no Espaço Sesc, a peça ficou em cartaz um ano no projeto "Repertório" no Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea), “CACHORRO!” recebeu a indicação ao PRÊMIO SHELL 2007 de Melhor Direção. Ainda em turnê, o espetáculo já percorreu 60 cidades do país e ultrapassou 200 apresentações. Tendo também passado por festivais como o FIT - São José do Rio Preto (SP),  FITA - Angra dos Reis (RJ), Festival Nacional de Recife, Mostra Cariri - CE 2008  entre outros. "REBÚ", novo projeto da Companhia foi contemplado pela lei de fomento através da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.
 

SERVIÇO

De 10 de outubro a 30 de novembro

Sábados, Domingos e Segundas às 20 horas.
Local: Sede da Cia. dos Atores
Endereço: Rua Manoel Carneiro, nº 10/12 - Lapa - Centro. (Atrás da Sala Cecília Meireles)
Estacionamento no local

Telefone: 22424176
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada).
Capacidade de Público: 60 lugares.
Venda disponível somente aos sáb, dom, e seg, 1 hora antes da peça. 
Não acessível para cadeirantes

SINOPSE:
No ano de 1880, jovem casal se prepara para receber a visita da irmã adoentada do homem da casa, que traz consigo um filho bastante inusitado. A presença dos visitantes cria uma rivalidade com a mulher da casa e leva o embate às últimas conseqüências.

FICHA TÉCNICA
Texto: Jô Bilac
Direção: Vinicius Arneiro
Elenco: Carolina Pismel, Júlia Marini, Diego Becker e Paulo Verlings
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Marcelo Olinto
Cenografia: Daniele Geammal
Trilha Sonora Original: Lucas Marcier
 
Assessoria de Imprensa:
Tel. 2577-7822
Bruno Pacheco (21) 8716-7463
Monique Santos (21) 9407-1991 / 7883-0861
Fernanda Carvalho (21) 7864-6825 / 9979-7172

Noite de Gala no Lançamento da Revista Flamengo – Por Fabrício Mohaupt e Fernando Holanda

RevistaFlamengo 038
O Magia Rubro Negra foi convidado a cobrir o lançamento da nova revista oficial do Flamengo. Assim, nós, Fabrício Mohaupt e Fernando Holanda, fomos ao evento como representantes da Galera do Magia e participamos de uma noite mágica, uma vez que a revista Flamengo conseguiu reunir diversas figuras mitológicas do CRF.
O gentil Juan Saavedra, do departamento de marketing rubro-negro, apresentou-nos ao editor Marcio Saldanha Marinho, que, muito atencioso, revelou-nos que o projeto inicial é de duas edições até o final do ano, a segunda será lançada antes do final do campeonato e a capa será do nosso ídolo PET! E sim, haverá um pôster, a exemplo da primeira edição, também estrelado pelo sérvio mais querido do Brasil. Muito simpático e conversando conosco abertamente, disse que se o Flamengo chegar ao hexa, o que hoje é uma possibilidade real, adiantou que haverá uma terceira edição, ainda este ano, lançada logo após o término do campeonato. O que seria uma edição histórica.
Márcio comentou também que a revista é totalmente independente do Clube e o foco e principal cliente é o TORCEDOR! É uma revista oficial, mas não institucional. As próximas serão neste mesmo formato sem nenhum vínculo político, recursos próprios com muitas fotos, matérias quentes e impressão de ótima qualidade.
A revista é muito bonita graficamente, bem diagramada e em papel de boa qualidade. Um cuidado que raramente se vê em outras publicações similares. A revista traz encartado um pôster do Imperador e muitas fotos. Há seções interessantes como a Heróis, Prata da Casa, Volta ao Mundo e Jogaço. Há matérias interessantes como “Essa camisa pesa” e até um texto exclusivo Arthurzão do Urublog. É uma grande estreia e merece fazer parte da coleção de qualquer Rubro-Negro (não, não ganhamos nada para fazer jabá, a opinião é sincera mesmo).
Foi realmente uma noite mágica para todos os Rubro-Negros que participaram do lançamento, com a presença do Adílio, o “Neguinho Bom de Bola”; do Nunes, o “João Danado”; do Pet #43, o “Rambo Pet”; dos guerreiros do Basquete Rubro-Negro: Duda, Colonese, Wagner e Helio; da nossa eterna musa do Brasileirão: Roberta Portella; do Presidente Marcio Braga; e do Vice Delair Dumbrosck. Além deles, o Vice de Planejamento, Mário Cruz, o Vice de Futebol, Marcos Braz e tantos outros membros da diretoria.
Um fato curioso ocorreu quando todos os jogadores do basquete e os jogadores do futebol posaram para uma foto. O Adílio, sorridente e simpático como sempre, apontou para os gigantes guerreiros do basquete e disparou: “Pode fazer uma barreira com esses cinco aí que o Pet manda na Gaveta!”. Alguém duvida?
O evento serviu também para integrar e valorizar as redes sociais que fazem do Flamengo a grandeza pelo Planeta Web. Fizemos um mini encontro no evento e contamos com a presença magnífica do nosso amigo Arthurzão do Urublog, do Luiz Eduardo do Saudações Rubro Negras e do Julio Cesar da Voz da Nação.
Nós saímos da festa radiantes e nem ligamos para o temporal que caía. Afinal, uma noite como essa é para contarmos para nossos filhos e netos. Desejamos com grande carinho uma longa vida à Revista Flamengo, torcendo para que haja a terceira edição deste ano e muitas outras nos anos vindouros.
Confira a nossa galeria do Evento:
Fotos: Fabrício Mohaupt
Magia Neles!!!
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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Guilherme Leme dirige texto inédito no Brasil do inglês Joe Penhall no CCBB



''O universo de um hospital psiquiátrico, a divergência sobre diagnósticos, problemas políticos relacionados à saúde pública, racismo institucionalizado e jogos de poder'' são algumas das questões levantadas na peça “Laranja Azul”, texto inédito no Brasil do premiado autor inglês Joe Penhall, considerado pela crítica britânica um dos melhores dramaturgos da sua geração.
Depois de encenar com grande êxito O Estrangeiro, o ator e diretor Guilherme Leme começa a dirigir esse texto vencedor do Laurence Olivier Awards. Para colocar em cena o drama entre um jovem negro esquizofrênico e dois psiquiatras num hospital psiquiátrico londrino, Leme chamou os atores Rogério Froes, Rocco Pitanga e Pedro Brício. O trio nunca havia trabalhado junto, mas garante que a experiência tem sido fértil e extremamente proveitosa. “Está sendo muito agradável trabalhar com Rocco e Brício. Guilherme é um diretor jovem na praça e estou gostando muito do método de trabalho dele. O texto é maravilhoso e acho que vai causar um grande impacto no público”, garante Fróes. Já o ator e também dramaturgo, Pedro Brício, considera a peça de Joe Penhall muito bem arquitetada, com toda a sofisticação do pensamento e humor ingleses. “A experiência dos ensaios e do mergulho nesse universo tem sido intensa, estamos passando por muitas descobertas e discussões sobre a loucura”, garante Brício. Rocco Pintanga raspou a cabeça para fazer o papel do atormentado Cris e considera essa experiência o grande desafio de sua carreira. “É o trabalho mais interessante que já fiz em minha vida, um personagem difícil e cheio de nuances, uma oportunidade maravilhosa para meu crescimento como ator”.
Intensa também é a fase de Guilherme Leme que conciliou o fim da temporada de O Estrangeiro com os ensaios de Laranja Azul depois de ter dirigido Betty Faria em Shirley Valentine no CCBB de São Paulo. O cenário criado por José Dias transforma o teatro lll do CCBB em uma enorme caixa branca com o cenário também todo em matizes de branco .A luz ,com criação de Tomás Ribas , também conta apenas com diferentes tipos de neon branco, e até mesmo o público terá que vestir um jaleco branco para assistir o espetáculo. “A idéia é fazer o espectador se sentir realmente dentro de um hospital”, explica Leme. A trilha sonora, assinada por Marcelo H, traz o punk rock e distorções de guitarras para perturbar o equilíbrio dessa monocromia . Sérgio Saboya assina a produção dessa montagem que deve criar verdadeiras cicatrizes no mundo psiquiátrico brasileiro.
Críticas Internacionais:
 “Jogos de Poder que criam uma cicatriz no mundo psiquiátrico”
New York Times
 “Texto vigoroso... Penhall tem o dom de tratar de assuntos sérios de forma bem humorada e apresentar uma indignação moral sem didatismos... Uma sátira instigante.” Guardian

“Eu saí da peça de Joe Penhall num estado de absoluta excitação... Um dos melhores textos inéditos da história do teatro inglês.” Sunday Times
 “Engraçada e irreverente... o texto de Penhall é vibrante do começo ao fim.” The Independent
SERVIÇO:
Laranja Azul
Texto: Joe Penhall
Direção: Guilherme Leme
Elenco: Rogério Froes, Rocco Pintanga e Pedro Brício
Local: Centro Cultural Banco do Brasil - Teatro III
            Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
            Tel.: 3808-2020
Temporada: 22 de outubro de 2009 a 03 de janeiro de 2010
Datas: quarta a domingo às 20h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Tempo de Duração: 85 minutos
Capacidade de Público: 80 lugares
Bilheteria a partir das 10 horas
Acessível para cadeirantes
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS