O psicoterapeuta disse que sou hiperativo. A criação deste blog surgiu pouco depois de ser assim diagnosticado. Segundo o site especialista Hiperatividade (que já existia antes do meu blog, mas eu não sabia!), os portadores deste distúrbio são freqüentemente rotulados de "problemáticos", "desmotivados", "avoados", "malcriados", "indisciplinados", "irresponsáveis" ou, até mesmo, "pouco inteligentes". Mas garante que "criativo, trabalhador, energético, caloroso, inventivo, leal, sensível, confiante, divertido, observador, prático" são adjetivos que descrevem muito melhor essas pessoas. Eu, particularmente, creio que sou uma mistura disso tudo aí. Cheio de muitas idéias, muitos sonhos e muitos projetos. Muita vontade e muito trabalho. Muitas vertentes e muitas atividades. Sou editor-adjunto do Crônicas Cariocas. Não deixem de visitar minhas colunas: Cinematógrafo; Crônicas; Poesias; e HQs. Ah! Visitem o Magia Rubro Negra , site de apaixonados pelo Mengão, para o qual tive o prazer de ser convidado a fazer parte da especial equipe!!!
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domingo, 21 de dezembro de 2008

O destino chama!

A rede ABC está exibindo um novo e empolgante comercial do primeiro episódio da quinta temporada de Lost. O vídeo tem seus tradicionais mistérios, como Locke falando de trás para a frente no início, em off. Vejam!
O pôster acima é bem interessante. Dividido ao meio mostrando quem saiu da ilha e quem ainda está lá.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Lost - 5ª Temporada


A rede ABC mostrou mais um clipe do primeiro episódio da quinta temporada do programa, que mostra Jack e Ben planejando voltar à ilha. A série volta a ser exibida nos Estados Unidos em 21 de janeiro de 2009, uma quarta-feira, com um especial de três horas, começando com um clipe das temporadas anteriores e seguindo com o primeiro episódio da quinta temporada com duas horas.



quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Lost - 5ª Temporada

Galera, a nova temporada só estréia no início de 2009, mas, para dar um gostinho, saiu um trailer. O gosto é bom!
Quem não terminou de ver a quarta temporada, cuidado! Há pequenos spoilers para quem se encontra nesta situação. Agora, venhamos e convenhamos, não viu por quê?

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Telinha!

Neste fim de semana, entre outras coisas, diverti-me com duas séries cujos boxes comprei em promoção. Um foi o da terceira temporada de A Sete Palmos e o outro, House,M.D.. Dois boxes, duas excelentes séries. A primeira foi criada por Alan Ball, o escritor ganhador do Oscar por Beleza Americana, e gira em torno de uma família que tem como negócio uma agência funerária. A série mostra um drama convencional de família, lidando com assuntos como infidelidade, homossexualidade, drogas e religião. Ao mesmo tempo, é uma distinta série que aborda com outro prisma o tópico da morte, explorando seus múltiplos níveis (pessoal, religioso e filosófico), não a tratando apenas como um mero ímpeto conveniente para a solução de um assassinato. Cada episódio inicia-se com uma morte de um "cliente" da funerária. Esta morte geralmente dá o tom de cada episódio, permitindo aos personagens que reflitam sobre suas vidas e infortúnios. Foi eleita a Melhor Série Drama de 2002 pelo Globo de Ouro, e é vencedora de seis prêmios Emmy. A quinta temporada é a última, completando 63 episódios. A segunda, eu comecei a assistir à primeira temporada agora, mas devorei o primeiro disco com quatro episódios. Criada por David Shore, ela gira em torno de seu personagem principal, Dr. Gregory House (daí o nome da série), interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie. House é um infectologista e nefrologista, chefe do Departamento de Medicina Diagnóstica, que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau-humor, ceticismo, sarcasmo e pelo seu distanciamento dos pacientes, já que ele considera completamente desnecessário interagir com qualquer um deles. A ação passa-se num hospital ficcional chamado Princeton-Plainsboro, em Princeton, New Jersey. Os episódios começam fora do hospital com pessoas anônimas com sintomas de uma doença incomum tratada em cada um desses episódios. Estes casos chegam às mãos do médico após terem passado por diagnósticos falhos. Apesar de serem raras, estas doenças são reais. Quando a equipe assume o paciente, iniciam o diagnóstico diferencial. Foi eleita a Melhor Série Drama de 2007 e de 2008 pelo Globo de Ouro, assim como Hugh Lauire foi eleito o melhor intérprete numa série de drama de 2007 e de 2008. É vencedora de diversos outros prêmios. Há três de quatro temporadas produzidas, em DVD, aqui no Brasil. A quinta temporada já foi anunciada e tem estréia prevista para setembro próximo.
É diversão garantida e não é à toa que recomendo. São personagens críveis e bem delineados. Coisa bem feita e inteligente. Divirtam-se!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Acima da Lei

O detetive Vic Mackey é o líder de uma unidade de elite formada por um grupo eficaz de policiais no combate ao crime, mas que também segue as regras "pessoais" de Vic. Essas regras, em alguns momentos, ultrapassam a linha que separa o legal do ilegal. Agora, o grupo tem um novo capitão, que não concorda com as táticas de Vic e, mesmo precisando de sua ajuda quando as coisas se complicam, quer retirá-lo da equipe.

Esta é a sinopse da série The Shield, cuja primeira temporada eu acabei de assistir. Ela quebra a fórmula convencional dos seriados policiais ao mostrar um mundo moralmente ambíguo em que a linha entre o bem e o mal é cruzada diariamente. A série é focada na tensão entre um grupo de policiais corruptos, mas que trazem resultados, e um capitão dividido entre seu dever e suas ambições políticas. A moralidade está sempre sendo colocada em xeque aqui. Afinal de contas, os fins justificam os meios? Vale a pena manter policiais que, apesar de corruptos, trazem resultados expressivos? Há ainda outras abordagens muito interessantes, com temas polêmicos e muito bem colocados. Vemos pinceladas sobre racismo, opções sexuais, culturas diferentes, violência, abuso de poder, entre outras.

A série tem mais indicações ao Emmy do que qualquer outra série de TV de drama e recebeu os prêmios de Melhor Série Drama do Emmy Awards 2002 e do Globo de Ouro 2003.

Michael Chiklis, o Ben Grimm/Coisa do filme Quarteto Fantástico, estrela como o policial corrupto Vic Mackey, líder do Strike Team, a “tropa de choque”. Chiklis também foi considerado o Melhor Ator de Série Dramática no Globo de Ouro. Mas, além de Chiklis, outras estrelas brilham na série, que já contou com dois ganhadores do Oscar no elenco: Glenn Close, na quarta temporada; e Forest Whitaker, na quinta e sexta temporadas.

É por isso tudo que, hoje, eu corri para pegar a segunda temporada. Quero devorá-la como devorei a primeira. O único senão é que, até agora, só as três primeiras temporadas foram lançadas em DVD. A série já teve seis, mas acredito que não demorarão a ser lançadas também.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Dexter

Acompanho algumas séries de tv. As preferidas são: Lost, Heroes, Smallville, Supernatural, Prison Break, 24 horas, CSI, The 4400 e The Dead Zone. As duas últimas foram canceladas e, com exceção de Lost e Smallville, as outras só voltarão na próxima temporada. Assim, fui buscar uma série substituta.

Pois bem, foi lançada, na semana passada, a primeira temporada completa de Dexter nas locadoras de todo o país. A série é baseada no livro Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, e conta a história de Dexter Morgan, interpretado por Michael C. Hall (da série A Sete Palmos), que trabalha como analista forense especialista em padrões de dispersão de sangue, no Departamento de Polícia do Condado de Miami-Dade. Pensei comigo, mais um derivado de CSI. Ledo engano.

Aproveitando-se do seu emprego, Dexter, de um modo bem meticuloso e sem pistas, mata assassinos que escapam da Justiça. Em suma, é um assassino serial de assassinos seriais. Parece apenas isso, mas não é. O estilo narrativo é muito interessante e mostra flashbacks de como ele se tornou o que é. Ele se diz uma pessoa sem sentimentos, mas algumas de suas opções colocam em dúvida suas afirmações. O personagem é complexo, embora não pareça.

Vi apenas o episódio piloto e confesso que estou empolgado. Espero que o resto da temporada seja o que parece que é.